Sereno canto
Eu ouvi um sereno canto
Era de madrugada
Cuidadoso eu puchei do manto
Ai ja nao era de madrugada
Fui ate ao outro canto, ao outro lado
Que me oferecia uma vista timida do mundo
Em passos assustados e tremulos caminhei
Nessa curta viagem, mil coisas pensei, imaginei
Nesse sereno canto, nesse tao pacifico chamamento
Fui o que nao compreendia o caraçao
Senti o que nao compreendia o pensamento
Algo em mim explodira, arrebentara, espandira
Ao abrir a janela, apercebi me da caixa da bandora,
que no entanto abrira e me assustara
vi o que os meus olhos nao queriam ver, nem se quer observar
vi o que todos recusam ver, sentem mais recusam acreditar
senti mil sensaçoes diferentes, demasiados emoçoes
aquelas desconhecida acçoes, bloquiavam me as reaçoes
vi um mundo em desacalabro, um mundo em desespero
gritos silenciosos, silencios murmurosos, mermurosos perdidos
com tantas magoas e sofrimento que e cada coraçao vejo um muro
um muro costruido a base do diferente, do medo, e do desconhecido
seres mecanicamente sem sentimentos, colectivamente mecanizados
rendidos ao encanto do que é futil, banal e matrializado
tudo isso em 5 segundos, procuro conquistar mas 5 segundos de respostas
assusta me a possibilidade de nunca chegar a conhecer a razao
a razao do medo de sermos vulneraveis aos sentimentos, essa razao
que tu procuras, que eu procuro, essa razao é a (in)compreensao
essa razao de so dar valor ao amor, quem conheceu a solidao
essa razao propoem me paz, em tantos seculos de guerras
podera um homem sangrento viver so de pao e leite?
Vive toda a minha vida nu e agora quem me veste?
Fui plantado em terra agreste, com excesso de pestecida nada cresce
O crescimento sempre dependeu da liberdade e da creosidade
A evoluçao das incertezas, criticas e da procura incansavel
Vejo os dias apois dias a vossa caminhada em terras sem agua
A cede que vos hidrata é insaciavel
Alimentam-se da esperança, da hipocresia e da incoerencia
Escravos do trabalho, do dinheiro, adeptos da penitencia
Procurei razoes que a minha compreensao desconhecia
Procurei imoçoes que o proprio deus regeito no sexto dia
Essa razao o levaram a descançar internamente no setimo
Foi entao que os meus neuroneos deram um grito de culpa
Foi entao que me aprecebi da responçabilidade que me assombra
Serei eu parte da situaçao actual deste culto?
deste padronizaçao do mundo»
Parte das porcarias que os meus olhos ocultam?
sera o meu coraçao vagabundo e a mente inculto?
serei eu parte deste aulocastro, deste lixo, deste pensamento etico?
desta palavra destorcida sem ego, deste amor que paira no ar, mas sem eco?
Este tao cereno canto, esse tao lindo chamamento
Era um temulto de angustia, um pedido ajuda, um grito de protesto
Esse processo que o envadia, era lenta, difinindo a pressa de um sonho
Vejo a importancia de cada um,de todos, começando no meu contributo
Sinto que cada um de nos é um encanto num canto obscuro
Um encanto sem luz propria, elumino te amando ti, sendo tu meu proximo
E quando me apercebo que o meu sonho torna se grande quando o pratilho
Nesse momento amei te como uma dadiva sem ti ver
E amei me como o sonho de um mundo sem me compreender

eu devia era estar a estudar mas pronto -.-'
ResponderEliminarta enormeee mas ta giro ;D